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LY Arquitectos

ÍNDICE DE SOBERANIA OPERACIONAL · AUTÔNOMA BETA

Onde você vai estar quando o sistema falhar?

Delegamos água, energia e comida a redes que julgamos eternas. Escolha um ponto do planeta e dizemos quanto dessas três você pode produzir por conta própria — e quanto continua delegando.

Ler o manifesto: O Mundo Que Vem →
leituras e contando. O mapa cresce a cada busca.
Local Elevação Clima iKöppen-Geiger: sistema padrão que classifica o clima por temperatura e precipitação (ex. BWk = árido frio, Cfa = temperado úmido). Fuso Agora · temp Vento Chuva
Pronto.
02Diagnóstico A resposta, calculada com premissas conservadoras por padrão. Quanto da sua energia, água e alimentação este local cobre —antes de você ajustar qualquer coisa.
%
Autonomia energética iQuanto você gera no ano (solar + eólica) em relação ao que consome. Sem teto: mais de 100% é excedente real. Mas o excedente do verão não cobre o inverno sozinho: se a sua geração realmente é suficiente mês a mês, o ano todo, isso aparece no balanço energético mensal mais abaixo.
do seu consumo elétrico, no ano
Solar
Eólico

Geração solar
Geração eólica
Geração total
Consumo da casa
%
Autonomia hídrica iA chuva que você pode colher do telhado vs. o que o grupo consome, total anual. 100% não significa que a chuva chegue quando você precisa: a sazonalidade define quanto acumular.
do seu consumo de água, total anual
Captação
Demanda

Chuva captável
Consumo da casa
Meses cobertos iQuantos dos 12 meses a chuva colhida do telhado consegue cobrir a demanda do grupo. A sazonalidade define quanto acumular nos meses de superávit.
%
Autonomia alimentar iCalorias anuais do grupo que você pode produzir com a superfície disponível. Cada sistema produtivo habilitado —horta, pomar, galinheiro, aquaponia— soma. Fontes: CIESA/Fernando Pía, USDA, FAO.
das calorias anuais do grupo
Proteínas
%
Carboidratos
%
Gorduras
%

Seu terreno
Horta base iÁrea de horta biointensiva para cobrir as verduras do grupo: ~40 m² por pessoa. É só o primeiro degrau; com mais terreno se somam frutíferas, galinhas, aquaponia e mais.

Cada volta do anel = 100% da necessidade. A cor indica quantas vezes ela cobre: 0–100% 100–200% 200–300% +300% Cada volta completa do anel = 100% do que você precisa. Dar mais de uma volta significa que o local produz mais do que você consome — o tom mais claro marca esse excedente.
Independência da rede iQuantos dias por ano, em média, o local se autoabastece de eletricidade com o que os painéis geram. É a medida direta de autonomia: quanto você pode deixar de depender da rede.
Economia elétrica estimada iGeração solar anual × sua tarifa. Estimativa orientativa para dimensionar a ordem de magnitude do retorno; não é aconselhamento financeiro.
por ano, à tarifa indicada
Água a fornecer iQuanta água falta por mês na estação seca, quando a chuva não basta. Não é o tamanho de um tanque único gigante: é o volume a trazer de fora (caminhão, poço) ou a reservar no fosso produtivo. Um tanque razoável de reposição mensal basta.
Complementaridade sol-vento iIndica se o vento sopra mais forte justo quando o sol baixa (complementares, ideal: menos bateria) ou se ambos caem juntos. Medido pela correlação sazonal entre radiação e vento.
03Seu cenário Esse é o resultado com premissas conservadoras. Agora ajuste-o à sua vida: quem vai viver neste local e com quais sistemas —painéis, captação de chuva, terreno cultivável. Não é a autonomia abstrata do lugar, é a sua. O veredito é recalculado a cada mudança.

Escolha um cenário para começar: carrega pessoas, superfícies e consumos típicos desse caso. É só o ponto de partida — depois você ajusta cada valor à mão e o veredicto recalcula a cada mudança.

Energia

Fotovoltaica e eólica.

Água

Consumo por pessoa por dia
04As causas O porquê do número: temperatura, chuva, radiação, vento e demanda de climatização, mês a mês. É a base de qualquer decisão de design bioclimático, para quem quiser ir além do veredito.

Disponível em visualização completa. Mudar para visualização completa →

Temp. média anual iMédia da temperatura do ar ao longo do ano (NASA POWER 2001–2020).
Amplitude térmica iDiferença média entre o dia e a noite. Alta amplitude favorece estratégias de inércia térmica (paredes massivas).
Chuva anual iLâmina total de precipitação acumulada no ano (mm). 1 mm = 1 litro por m².
Radiação média iEnergia solar que chega a uma superfície horizontal por dia. Determina o potencial fotovoltaico.
Claridade do céu iProporção da radiação de céu limpo que efetivamente chega. Perto de 1 = céus limpos; baixo = nebulosidade frequente.
Vento médio iVelocidade média do vento a 10 m. Orienta o potencial eólico e as estratégias de ventilação natural.
Inclinação solar ótima iÂngulo de inclinação dos painéis que maximiza a geração anual nesta latitude (NASA POWER). A ferramenta já usa este ótimo no cálculo, sem que você tenha que medir nada.
Conforto passivo iPercentual aproximado de meses cuja temperatura média cai dentro da faixa de conforto (18–26 °C), sem necessidade de aquecimento ou refrigeração mecânica.
Energia % Por que o local dá esse número: radiação solar, potencial eólico, mix de geração e esforço de climatização.

Radiação solar e claridade do céu

Energia solar disponível (kWh/m²/dia) e clareza do céu — determina o potencial fotovoltaico.

Potencial eólico iVelocidade média do vento a 50 m de altura (NASA POWER), onde costuma ficar um aerogerador pequeno. A linha de referência marca ~5 m/s: acima, o vento complementa o solar (verde); abaixo, não basta para gerar de forma útil (cinza).

Meses com vento suficiente para complementar a energia solar (limiar ~5 m/s).

Balanço energético mensal iGeração própria (solar + eólica) frente ao consumo, mês a mês. As barras que chegam à linha de consumo cobrem aquele mês; as que não chegam ficam em déficit. A autonomia real se mede assim — mês a mês —, não na média anual: o excedente de um mês não se guarda para outro sem uma bateria sazonal inviável.

Geração própria vs. consumo, mês a mês — por que a autonomia é sazonal.

Esforço de climatização e energia estimada iGraus-dia: quanto a temperatura se afasta dos 18 °C de conforto, somado por mês. Barras para baixo (azul) = frio a compensar com aquecimento; para cima (quente) = calor a dissipar. À direita, uma estimativa da energia anual de aquecimento para uma casa média bem isolada, em eletricidade, gás e lenha equivalentes.

Quanto o local exige aquecer ou resfriar, mês a mês.

Água % Por que o local dá esse número: climograma do local e balanço hídrico mensal —chuva captada frente à demanda.

Climograma — temperatura e precipitação

Temperatura (°C) e chuva mensal (mm) — a leitura bioclimática básica do local.

Balanço hídrico mensal

Chuva captada vs. demanda do grupo, mês a mês — onde há superávit e onde há déficit.

Alimento % Por que o local dá esse número: quais sistemas produtivos seu terreno habilita —horta, pomar, galinheiro, aquaponia, poço— e quanto cada um contribui, modulado pela favorabilidade climática real do local.

Rendimentos de referência, não garantia de produção: horta biointensiva segundo o método Pía/CIESA (4-9,3 kg/m²/ano, 20 anos de testes), aquaponia segundo o INTA Santa Fe (7-8 kg/m²/ano), galinheiro e curral em escala de quintal familiar. Composição nutricional por categoria ampla (tabelas USDA/FAO), não uma análise dietética do local.

Exposição solar O percurso do sol no céu ao longo do ano, com o horizonte real do terreno sobreposto — não apenas a posição geométrica do sol, mas o que o relevo circundante efetivamente deixa ver.

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Trajetória solar: geometria padrão (declinação ±23,44° nos solstícios, 0° no equinócio). Horizonte real: perfil do DEM Copernicus em 24 direções, apenas Argentina — fora da cobertura, a trajetória é exibida sem horizonte.

05O que o território vai exigir de você Seis condicionantes reais do local —clima, água, solo, sismicidade— para que o projeto os antecipe, não os ignore. Cada dado tem sua fonte.
Geadas iMeses com temperatura mínima média abaixo de 0 °C (NASA POWER, T2M_MIN). As geadas afetam cultivos, instalações de água e demanda de aquecimento.
Calor extremo iMeses com temperatura máxima média acima de 32 °C (NASA POWER, T2M_MAX). O calor sustentado eleva a demanda de refrigeração e condiciona a materialidade e a ventilação.
Neve provável iMeses com mínima média abaixo de 0 °C e precipitação apreciável: condições para a precipitação cair como neve. É uma probabilidade climática, não um registro de nevadas.
Estresse hídrico iCombina a chuva anual com a umidade do solo (NASA POWER, GWETROOT). Indica quanta pressão há sobre a água: quanto maior o estresse, mais acumulação e mais cuidado no consumo.
Sismicidade iAtividade sísmica histórica em 150 km ao redor, do catálogo do USGS (global e livre): quantidade de sismos M≥4,5 desde 2000 e maior magnitude desde 1950. Condiciona o sistema estrutural.
Aumento do nível do mar (2100) iRisco de o terreno ser afetado pela elevação do nível do mar até 2100. Cruza a altitude do ponto (medida por satélite) com as projeções do IPCC: no cenário alto o mar sobe ~1 m, e até ~2 m com colapso glacial, sem contar marés de tempestade que somam vários metros. Um terreno a poucos metros sobre o nível do mar entra em risco; um em altitude, não.
Lençóis freáticos, qualidade da água potável e inundação detalhada não têm fonte aberta confiável por coordenada. Exigem levantamento hidrogeológico local — parte do trabalho de projeto.
06Estratégia O que fazer com este território: orientações de projeto conforme a família climática do local, e conselhos específicos para sua classificação exata.
07O diagnóstico é o começo, não o projeto Você já viu o veredito, sua causa, o que o local vai exigir de você e como responder. Este é o momento de levá-lo a um projeto real.

A autonomia não se compra pronta. Ela se projeta.

Guarde e compare seus territórios

Guarde este ponto e quantos quiser — eles ficam neste navegador — e compare seus índices entre si. Para baixar o relatório (PDF/CSV) ou recebê-lo por email, deixe seu endereço.

Sem senha. Usamos seu email apenas para enviar o diagnóstico — sem listas, sem spam.

Como calculamos

Todo dado desta ferramenta tem fonte e período. O índice é uma estimativa de ordem de grandeza para decidir cedo se um lugar merece um estudo sério — não um dimensionamento de projeto.

Como o índice é composto →
Pesos: o índice 0–100 combina autonomia energética (40%), hídrica (35%) e alimentar (25%). Energia e água pesam mais porque são as restrições que primeiro condicionam habitar um lugar.
O que significa 100 em cada domínio: em energia, que você gera no ano o mesmo que consome; em água, que você coleta no ano o mesmo que seu grupo consome; em alimento, que você produz as calorias que o grupo precisa. Nenhum dos três tem teto: se você produz mais do que precisa, o número mostra isso — 147% em alimento é excedente real, não um erro. Esse excedente não significa que nunca vai faltar: a cobertura real, mês a mês (se o inverno ou a estação seca estão cobertos), aparece nos balanços de energia e água mais abaixo. Para o índice combinado, cada domínio SIM é limitado a 100 (o excedente de um não compensa o déficit de outro).
Habitabilidade: um local onde viver com autonomia passiva é inviável — noite polar, subzero crônico, sem estação de cultivo — não pode pontuar alto por mais que a média do excedente sazonal indique. Um fator de habitabilidade limita o índice e declara isso: onde é necessário suporte vital ativo (aquecer, derreter neve, luz artificial), não é autonomia.
Território vs. cenário: com premissas conservadoras, o número descreve o potencial do LUGAR; ao ajustar pessoas e sistemas, descreve o SEU cenário. O potencial do território não muda com o seu programa.
De onde vêm os dados? →
Radiação solar
NASA POWER — climatologia satelital mensal 2001–2020 (CERES/MERRA-2). Irradiância global horizontal (ALLSKY_SFC_SW_DWN) e de céu limpo (CLRSKY), consultadas ao vivo para o ponto. power.larc.nasa.gov
Temperatura e vento
NASA POWER — temperatura média, máxima e mínima (T2M), amplitude térmica, umidade relativa (RH2M) e vento a 10 e 50 m (WS10M/WS50M), mesma série 2001–2020.
Precipitação
NASA POWER — precipitação corrigida (PRECTOTCORR), mesma série 2001–2020. A captação é calculada sobre lâmina média; a sazonalidade real exige dimensionar acumulação.
Condições ao vivo
Open-Meteo — temperatura, irradiância, umidade, vento e chuva do momento. Contexto em tempo real; não é a base do cálculo. open-meteo.com
Classificação climática
Köppen-Geiger — derivada das médias mensais de temperatura e precipitação do próprio ponto, segundo os limiares padrão do sistema.
Geolocalização
Google Maps (mapa e busca) · Open-Meteo (elevação fora da Argentina). Sem novas chaves: reutiliza-se a do site.
Relevo e horizonte solar (Argentina)
Copernicus GLO-30 DEM (ESA/Comisión Europea) — modelo de elevação global, ~250m de resolução efetiva neste local. Permite calcular o horizonte real do terreno (horas de sol no solstício), não apenas orientação da encosta. dataspace.copernicus.eu
Água superficial real (Argentina)
JRC Global Surface Water (Comisión Europea) — ocorrência histórica de água detectada por satélite (Landsat, 1984–presente). Substitui o proxy topográfico por um dado real de onde realmente houve água. global-surface-water.appspot.com
Rios e vazões (global)
GloFAS (Copernicus, vía Open-Meteo) — vazão média dos cursos d'água, reanálise por satélite global (~5 km). Amostra-se uma vizinhança de ±10 km e toma-se o máximo (rios são linhas finas: a célula pontual pode cair ao lado do curso). É a evidência de água do TERRITÓRIO além da chuva: vales de degelo, oásis fluviais. open-meteo.com/flood-api
Aumento do nível do mar (2100)
IPCC AR6 (2021) — projeção de aumento do nível do mar até 2100, ~1m em cenários de altas emissões (até ~2m considerando colapso glacial acelerado). Limiares da camada "Mar 2125" sobre a elevação do terreno; não modela conectividade hidrológica nem maré de tempestade pontual. ipcc.ch/report/ar6
Cidades e rotas (Argentina)
OpenStreetMap — lugares povoados com população declarada e rede de rotas principais, dados colaborativos verificados pela comunidade. Extrato Geofabrik. openstreetmap.org/copyright
Densidade populacional (Argentina)
GHS-POP (Comisión Europea/JRC) — população estimada por célula de ~1km², modelada combinando censos, edificações detectadas por satélite e sensoriamento remoto (Global Human Settlement Layer, 2025). ghsl.jrc.ec.europa.eu
Cobertura do solo (Argentina)
ESA WorldCover (2021) — classificação satelital de cobertura do solo (Sentinel-2, 10m), agregada a ~80m para esta análise. Distingue floresta, pastagem, cultivo, urbanizado, etc. esa-worldcover.org
Consumo de água
Sphere Project (15 L) · OMS (20 L) · Gleick, P. (1996), "Basic Water Requirements for Human Activities", Water International 21(2): 83–92 (50 L) · média Europa Ocid. (OCDE).
Rendimento de horta biointensiva
Ing. Fernando Pía / CIESA — 20 anos de testes: 600–1.400 kg de hortaliças/ano em 150 m² líquidos de cultivo (4–9,3 kg/m²/ano), com 2 horas diárias de trabalho manual.
Necessidade nutricional diária
FAO / OMS — referência geral adulta: ~2.200 kcal, 55g proteína, 70g gordura, 290g carboidratos por pessoa e dia. Não personalizada por idade, sexo ou atividade física.
Composição nutricional dos alimentos
USDA / FAO — tabelas de composição de alimentos, calculadas na média por categoria ampla (verdura, fruta, ovo, peixe, carne, laticínio) para esta estimativa.
Pressupostos do cálculo →
Solar: geração mensal = irradiância do mês × superfície × eficiência do módulo (20%) × performance ratio (0,80). O % de autonomia energética é a razão anual geração/consumo, sem teto (o excedente é informação real). Além disso, mês a mês, acumula-se a energia utilizável (o mínimo entre geração e consumo de cada mês, sem transporte entre estações) para saber se esse excedente anual realmente é suficiente no mês mais exigente — ver o balanço energético — e não só na média.
Água: coleta = lâmina × superfície do telhado × coeficiente de captação (0,80). 1 mm sobre 1 m² = 1 litro. A NEVE (meses com média abaixo de zero) não escoa na hora: o modelo a acumula como manto e a soma nos meses de degelo, descontando vento e sublimação — onde nunca degela, se perde. Além da chuva, o modelo cruza três evidências de água do TERRITÓRIO: vazão de rios por satélite (GloFAS, vizinhança ±10 km), cordilheira com neve sazonal a menos de 50 km (degelo a jusante, relevo + gradiente térmico de altitude) e solo úmido em clima seco (lençol freático que a terra revela, NASA GWETROOT). Uma fonte territorial forte contribui com acesso à água limitado a 85% — requer captação e direitos de uso, não é tão direto quanto o próprio telhado — e é declarada em uma nota junto ao número.
Alimentos: cada sistema produtivo habilitado (horta, pomar, galinheiro, aquaponia, curral) contribui com um rendimento de referência em kg/ano, modulado pela FAVORABILIDADE CLIMÁTICA real do ponto (estação de cultivo por temperatura, geadas, aridez): sem verão não há horta, sem água não há cultivo nem criação. A água do território também conta: com rio ou degelo por perto, a irrigação levanta a restrição de aridez (o vale do Nilo quase não tem chuva e é o berço da agricultura) e a PESCA soma proteína — e diferente da horta, o frio não a elimina: sob o gelo também se pesca. O sistema aquático de terra (350 m²) é resolvido conforme o clima real: AQUAPONIA (peixes + plantas) onde a horta prospera, ou AQUACULTURA sozinha (criação de peixes em tanque, truta de água fria) onde a planta não cresce mas a água não congela por completo — Patagônia, alta montanha. Escolhe-se a opção que mais alimento dá; se nenhuma for viável (sem água ou tanque congelado o ano todo), não é habilitada. Converte-se em calorias, proteínas, gorduras e carboidratos e compara-se com a necessidade anual do grupo (FAO/OMS, ~2.200 kcal/pessoa/dia). O % de calorias é o indicador principal; não garante produção real. Limite declarado: a pesca e caça MARINHA (litorais sem rio) ainda não é modelada.
Graus-dia: base de conforto 18 °C. HDD e CDD acumulam-se a partir da temperatura média mensal × dias do mês.
Eólico: estimativa indicativa proporcional ao cubo da velocidade a 50 m; apenas para orientar o mix, não para dimensionar.
Alcance: ordem de magnitude para decisão antecipada. Não substitui projeto executivo nem estudo de solo.
O que não modela e com qual precisão →
Não modela: acumulação sazonal fina além da reserva declarada, sombras locais de vegetação ou edifícios, qualidade e profundidade real do solo, lençóis freáticos e água subterrânea, conectividade hidrológica do terreno, nem normativa urbana ou de construção.
Resolução do clima: a climatologia por satélite tem uma célula de dezenas de quilômetros: capta bem a região, não o microclima de um vale ou encosta pontual. O relevo fino (Argentina) sim entra pelo DEM.
Por que "ordem de grandeza": os rendimentos usam eficiências genéricas e premissas conservadoras, sem levantamento in loco. Serve para saber se um lugar merece um estudo sério e qual domínio vai ser o limite — não para dimensionar a instalação.
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